Você já ouviu alguma teoria da conspiração tão estranha que parece saída de um filme de ficção científica? Pois é exatamente isso que está circulando nas redes sociais e, pasmem, ganhou um “selo de aprovação” involuntário de ninguém menos que Donald Trump.
A história, que parece roteiro de série futurista, afirma que Joe Biden — que deixou a Casa Branca no início deste ano — na verdade morreu em 2020 e teria sido substituído por um clone, um doppelgänger ou até mesmo uma “entidade robótica sem alma”.
Sim, você leu certo: segundo os teóricos da conspiração, o Biden que vimos nos últimos anos não era um humano de carne e osso, mas uma espécie de réplica artificial.
De onde surgiu essa ideia maluca?
A teoria começou a ganhar força em fóruns obscuros e grupos de conspiração nas redes sociais, mas o que realmente alavancou o assunto foi um repost de Trump em sua plataforma Truth Social. O ex-presidente, que tem mais de 10 milhões de seguidores, compartilhou a postagem que descrevia Biden como uma “entidade robótica sem mente e sem alma”.
Claro, não há nenhuma evidência concreta — ou mesmo plausível — para sustentar essa história. Mas o fato de uma figura tão influente como Trump dar atenção ao boato fez com que ele viralizasse, chegando até a ser noticiado por veículos de imprensa ao redor do mundo.
Por que as pessoas acreditam nisso?
Nos últimos anos, as teorias da conspiração se multiplicaram em um ritmo assustador, muitas vezes alimentadas por políticos e celebridades. Algumas são apenas curiosidades inofensivas, mas outras — como essa — mostram como ideias completamente absurdas podem ganhar tração e até mesmo influenciar o debate público.
E o mais intrigante: por que Trump resolveu compartilhar isso? Seria uma tentativa de descredibilizar seu rival político? Ou apenas mais um capítulo na era das “fake news”, onde até os absurdos mais criativos encontram espaço?
O que os especialistas dizem?
Obviamente, cientistas e especialistas em tecnologia descartam completamente a possibilidade de clones robóticos indistinguíveis de humanos — pelo menos por enquanto. Ainda não vivemos em “Black Mirror”, pessoal!
Mas o caso serve como um alerta sobre como as informações falsas se espalham com facilidade, especialmente quando figuras públicas as amplificam. E você, o que acha? Será que um dia viveremos em um mundo onde líderes políticos poderiam ser substituídos por réplicas? Ou isso é só mais uma prova de que a imaginação humana não tem limites?
