Cabeça de esfinge desenterrada na Califórnia

Renê Fraga
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Arqueólogos descobriram o artefato no condado de Santa Bárbara, no entanto, não é o que parece.

Longe de ser uma relíquia construída pelos antigos egípcios, a cabeça de esfinge é algo mais recente – uma peça do filme de 1923, Os Dez Mandamentos.

Em um esforço para imitar a paisagem arenosa do Egito, parte da locação das filmagens foi feita nas Dunas Guadalupe-Nipomo em um enorme conjunto com 800 metros de extensão.

Apresentando um enorme portão, estátuas de faraó e 21 esfinges, o conjunto exigiu as habilidades de 1.300 artesãos e usou 250 toneladas de gesso de Paris.

Uma vez concluída a filmagem, o diretor Cecil B. DeMille exigiu que tudo fosse enterrado na areia.

O motivo exato disso ainda não está claro, no entanto, acredita-se que ele quisesse impedir que outros diretores o usassem os mesmos materiais.

Agora, quase 100 anos depois, os arqueólogos conseguiram descobrir uma das cabeças de esfinge originais intactas do local dos filmes.

“Isso representa uma oportunidade para salvar um pedaço da história americana antes de ser destruído”, disse Doug Jenzen, diretor executivo do Dunes Center.

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Renê Fraga é criador do Muito Curioso e editor-chefe do Eurisko. Profissional com mais de duas décadas de experiência em conteúdo digital, escreve sobre ciência, história, cultura e curiosidades com foco em explicação, contexto e aprendizado acessível. No Muito Curioso, transforma perguntas simples em conhecimento contextualizado para leitores que gostam de aprender algo novo todos os dias.
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