Descoberto primeiro sapo fluorescente do mundo

Renê Fraga
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Os cientistas descobriram que a rã de árvore da América do Sul possui uma aparência bastante singular.

A pigmentação incomum da rã foi encontrada inteiramente por acidente por pesquisadores que estavam estudando a espécie no Museu Bernardino Rivadavia de Ciências Naturais em Buenos Aires.

Sob a luz normal, a pele do anfíbio parece completamente nítida, mas quando é exposta a uma luz ultra-violeta, ela ganha vida em um brilhante brilho verde fluorescente.

Fluorescência é algo muito raro em animais terrestres e é encontrado principalmente em criaturas do fundo do mar.

Neste caso, o composto particular responsável por fazer fluorescência da pele da rã de árvore nunca tinha sido visto antes em qualquer espécie vertebrada.

“Isso é muito diferente dos fluoróforos encontrados em outros vertebrados, que geralmente são proteínas ou cadeias poliênicas”, disse a fotoquímica Maria Gabriella Lagoria.

A descoberta sugere que outros anfíbios também podem possuir pele fluorescente também.

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Renê Fraga é criador do Muito Curioso e editor-chefe do Eurisko. Profissional com mais de duas décadas de experiência em conteúdo digital, escreve sobre ciência, história, cultura e curiosidades com foco em explicação, contexto e aprendizado acessível. No Muito Curioso, transforma perguntas simples em conhecimento contextualizado para leitores que gostam de aprender algo novo todos os dias.
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