Enzima mutante destrói garrafas plásticas

Renê Fraga
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Os cientistas criaram inadvertidamente uma enzima mutante capaz de quebrar os resíduos plásticos comuns.

Em um avanço que pode ser inestimável na batalha contra a poluição oceânica, os cientistas que estudam um tipo de bactéria que se alimenta de plástico.

Encontrada no Japão, ela produz uma enzima que se provou enormemente eficaz na destruição do plástico PET (polietileno tereftalato).

A conquista foi inteiramente acidental, pois a equipe havia apenas ajustado a enzima para aprender mais sobre como ela evoluiu, não para melhorar deliberadamente sua eficácia.

“O que realmente resultou foi que melhoramos a enzima, o que foi um pouco chocante”, disse o líder do estudo, professor John McGeehan, da Universidade de Portsmouth. “É ótimo e uma descoberta real.”

Notavelmente, a nova enzima começa a quebrar o plástico em questão de dias.

“O que esperamos fazer é usar essa enzima para transformar este plástico de volta em seus componentes originais, para que possamos literalmente reciclá-lo de volta ao plástico”, disse McGeehan.

“Isso significa que não precisaremos desenterrar mais petróleo e, fundamentalmente, reduzir a quantidade de plástico no ambiente.”

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Renê Fraga é criador do Muito Curioso e editor-chefe do Eurisko. Profissional com mais de duas décadas de experiência em conteúdo digital, escreve sobre ciência, história, cultura e curiosidades com foco em explicação, contexto e aprendizado acessível. No Muito Curioso, transforma perguntas simples em conhecimento contextualizado para leitores que gostam de aprender algo novo todos os dias.
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