Parece coisa de ficção científica, mas a NASA está levando a sério a ideia de instalar um reator nuclear na Lua – e quer fazer isso antes de 2030!
O plano, que já estava em desenvolvimento, ganhou um grande impulso com o novo chefe interino da agência espacial, Sean Duffy, que assumiu o cargo com uma missão clara: acelerar o projeto e garantir que os Estados Unidos cheguem lá antes de rivais como Rússia e China.
Energia Nuclear Lunar: O Que Está em Jogo?
A NASA e o Departamento de Energia dos EUA já vinham trabalhando em um sistema de fissão nuclear capaz de gerar 40 quilowatts de energia na superfície lunar, suficiente para abastecer bases futuras.
Mas Duffy não quer menos do que 100 quilowatts, e ainda deu um prazo apertado: cinco anos para colocar o reator em funcionamento.
Por que tanta pressa? A resposta está na nova corrida espacial. Duffy alertou que o primeiro país a instalar uma estrutura desse tipo na Lua pode criar uma “zona de exclusão”, dificultando a presença de outras nações.
E os EUA têm planos ambiciosos com o programa Artemis, que pretende estabelecer uma base lunar sustentável. Se outra potência chegar primeiro, o jogo pode mudar.
Um Cronograma Apertado (e Muito Desafiador)
A NASA já está se movendo rápido:
- Em 30 dias, um líder para o programa de energia nuclear lunar será escolhido.
- Em 60 dias, a agência vai pedir propostas de empresas privadas para ajudar no projeto.
Mas será que dá tempo? Nunca fizemos algo assim antes. Construir um reator nuclear que funcione no vácuo do espaço, sob temperaturas extremas e sem manutenção humana direta, é um desafio enorme.
E, mesmo com tecnologia avançada, cumprir o prazo de 2030 pode ser um verdadeiro tightrope walk (ou melhor, um “passeio na corda bamba espacial”).
E Agora?
Enquanto os engenheiros correm contra o relógio, uma coisa é certa: a Lua está se tornando o novo palco de uma disputa tecnológica e política.
E, se os EUA conseguirem, será um passo gigantesco para a exploração espacial – e, quem sabe, para futuras missões tripuladas a Marte.
