Você já ouviu falar na teoria da “Internet Morta”? Esse conceito intrigante sugere que grande parte do conteúdo online – desde postagens em redes sociais até comentários em fóruns – pode ser gerado por bots e inteligências artificiais, e não por seres humanos.
Embora pareça algo saído de um filme de ficção científica, a ideia tem ganhado força à medida que a inteligência artificial avança a passos largos.
Recentemente, um anúncio da Meta, empresa controladora do Facebook e Instagram, reacendeu o debate sobre o futuro da autenticidade na internet.
A Meta revelou que está desenvolvendo ferramentas que permitirão a criação de personagens virtuais controlados por inteligência artificial. Em outras palavras, contas administradas por IA podem se tornar comuns nessas plataformas.
Essa iniciativa não é exclusiva da Meta – outras empresas também estão explorando possibilidades semelhantes. Diante disso, surge a pergunta: estamos nos aproximando de uma internet onde a maior parte do conteúdo será gerada por máquinas?
Olhando para a evolução da IA, a resposta pode ser mais próxima do “sim” do que gostaríamos de imaginar. Já vimos como conteúdos criados por inteligência artificial conseguem imitar com perfeição o estilo e o tom de um humano, confundindo até os mais atentos.
Em um cenário onde essas tecnologias se popularizem, diferenciar o que é humano do que é artificial pode se tornar um verdadeiro desafio.
Ainda assim, a teoria da “Internet Morta” permanece controversa. Enquanto alguns acreditam que um futuro dominado por bots seja inevitável, outros defendem que o toque humano jamais será substituído.
No fim, esse debate vai além da tecnologia: ele questiona o que valorizamos na interação digital e o que significa ser autêntico em um mundo cada vez mais virtual.
Será que estamos prontos para essa nova era da internet?
