Uma descoberta arqueológica fascinante está deixando o mundo da ciência e da história de queixo caído! Próximo à capital de Israel, arqueólogos encontraram os restos mortais de uma mulher que viveu há incríveis 9.000 anos.
O achado, feito no sítio arqueológico de Motza, nas colinas de Jerusalém, revelou uma tumba com os restos de uma figura única: uma shamã com seis dedos. Sim, você leu certo – seis dedos!
Essa característica rara, na época, era vista como um sinal de distinção e poder espiritual.
Acredita-se que a mulher tinha mais de 15 anos quando faleceu e foi enterrada com uma série de objetos funerários que impressionam pela riqueza e significado.
Entre os itens encontrados estavam colares feitos de pedra verde e madrepérola, além de pulseiras de pedra, pingentes e contas produzidas com materiais exóticos.
Esses artefatos sugerem que ela ocupava uma posição de grande importância em sua comunidade, possivelmente como uma líder espiritual ou curandeira.
Mas o que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a presença de pulseiras de pedra no túmulo. Segundo estudos históricos, crianças daquela época usavam pulseiras semelhantes até a adolescência, quando passavam por uma cerimônia de iniciação.
Se a criança morresse antes de atingir a maturidade, era enterrada com as pulseiras ainda nos braços. Esse detalhe levanta a hipótese de que a shamã pode ter tido um papel especial desde muito jovem, ou que sua morte precoce foi cercada de rituais significativos.
Para Eli Eskosido, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel, a descoberta é uma janela para o passado.
“A tumba da shamã de Motza nos permite vislumbrar o mundo espiritual das comunidades que viveram há cerca de 10.000 anos”, afirmou. “Esses restos mostram o quanto as crenças culturais da humanidade antiga eram complexas e ricas.”
Uma verdadeira viagem no tempo que nos faz refletir sobre como nossos ancestrais viam a vida, a morte e o além.
